Secretaria Municipal de Habitação e Assistência Social divulga nota de esclarecimento.

NOTA DE ESCLARECIMENTO!


Devido a grande repercussão que teve aqui no Facebook entre outras redes sociais sobre o caso da filha de  Francisca Eliane de Oliveira (Ana Paula, 6 anos)
Gostaríamos de esclarecer o seguinte:
Foram postado publicações e compartilhamentos onde diziam "coisas" como: Ana Paula é uma criança que foi a uma consulta nessa última sexta feira e um médico mudou a dosagem de seu medicamento de 15 para 60 gotas. (Primeiro: sim, quem teve acesso a receita da criança,  pode constatar que isso foi realmente passado pelo médico, em leigas opiniões acredita-se que seja uma grande quantidade para uma criança, mas isso só o médico poderia justificar, No entanto a receita apresentada pela usuária foi do dia 05/07/17 e Eliane resolveu dar as 60 gotas à criança depois que a mesma sofreu uma convulsão)

O que queremos esclarecer com essa postagem não é justificar a receita do médico,  Mas sim para dizer   que a família não está desassistida pelo município.

Postagens como: "A criança está precisando de doações como: Fraudas, alimentos, líquidos e etc. " (Segundo: A usuária compareceu a SMHAS na manhã do dia 22/11 e solicitou a doação de uma Cesta Básica.  (Benefício de caráter eventual e não continuado)  e esta solicitação foi atendida pela SMHAS, junto a uma visita domiciliar realizada pela Assistente Social do CRAS)

Eliane é uma usuária atendida e acompanhada pelo Centro de Referência de Assistência Social-CRAS, a mesma é cadastrada no Prontuário SUAS e tem seus filhos inseridos no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos- SCFV bem como beneficiaria do Programa do Leite. Ou seja, não é desconhecida para a rede socioassistencial e intersetorial.
Durante a visita com a usuária, no dia 22/11 mesma informou que tinha levado a criança ao médico no dia anterior, e o mesmo teria dito que ela cuidasse da criança fazendo com que ela ingerisse muita água/liquido e tudo ficaria melhor.

Aos dias 23/11 por mais uma vez a equipe técnica do CRAS  realizou uma visita domiciliar na residência da criança, e devido a criança não obter melhoras visiveis, foi necessário contactar o Hospital do município para que uma ambulância pudesse levar a criança até o médico.
A equipe acompanhou a ambulância até o hospital e só saiu do local quando foram informadas que a criança estava em situação estável mas que ficaria no soro e ficaria em observação ate obter melhoras. (Ela teve atendimento imediato)

Não podemos dizer o que as pessoas devem ou não compartilhar, mas devemos tentar compartilhar o que é de fato verídico. A família supracitada é sim vulnerável,  e que toda ajuda é bem vinda. Mas que fique claro, as secretarias tem feito sua parte, caso a usuária necessite de fraudas, a mesma passara por processo de doação de fraudas assim como já passou para a da Cesta básica. (Entre outras como: Caern, Cosern e Botijão de Gás)  Não sejamos multiplicadores de más noticias, Eliane e sua família recebem visitas constantes da equipe do CRAS (e não apenas por esse motivo) a mesma é assistida de todas a formas possíveis pelo município e não está sozinha nessa situação.

Ajudem, ajudem fazendo sua oração, mas não percam tempo propagando que a família está sozinha ou que a criança só está sobrevivendo pois tem a doação de pessoas físicas do município.